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Nesses últimos dias vivemos um período bem peculiar, não é mesmo? Bastou uma classe parar para que nossa rotina fosse duramente afetada. Observei centenas de comentários em várias redes sociais e vi que uma reclamação se repetiu muitas vezes.
As pessoas não conseguiam chegar no trabalho, ou demoravam muito mais do que o normal. Não tinha gasolina para os carros e nem para os ônibus, e o deslocamento, que muitas vezes já é demorado, acabou virando um grande transtorno. Teve quem não conseguiu mesmo chegar ao trabalho, e, veja só, acabou trabalhando de casa.
Eu me peguei pensando nisso várias vezes nesses últimos dias. Se na hora da confusão, do transtorno, quando fica impossível chegar ao trabalho, o funcionário pode trabalhar em casa, por que as empresas não adotam esse formato flexível de uma vez?
Não estou falando em acabar com o escritório e colocar todo mundo pra trabalhar em casa. Estou falando em flexibilizar a rotina. Em organizar a estrutura da empresa para que o home office e o trabalho remoto possam ser realizados em casos extremos, como o da greve, mas também em casos simples, como um dia de chuva.
Já compartilhei aqui no blog muitos posts falando sobre as vantagens que as empresas têm ao apostarem em um formato que inclua o trabalho remoto. Funcionários mais felizes, menos cansados e com flexibilidade de horários produzem mais. Não é uma percepção distorcida de quem adora trabalhar em casa. São dados.
– Um colaborador gasta, em média, 30 dias por ano em deslocamento para o trabalho (confira a pesquisa aqui).
– 91% das pessoas que trabalham em casa sentem que são mais produtivos do que quando estão em um escritório. (confira a pesquisa aqui).
– Empresas que apostam no trabalho remoto diminuem o turnover em 25% e ainda conquistam os melhores talentos do mercado. (confira a pesquisa aqui).
– Empresas com flexibilidade economizam dinheiro. (confira um case aqui).
Todas as pesquisas citadas acima foram realizadas no último ano, ou seja, tem muita gente interessada em comprovar que trabalhar em casa (ou em um café ou coworking mais perto do que a sede da empresa) funciona e é vantajoso para toda a sociedade. É importante perceber como felicidade, produtividade e trabalho remoto são palavras que se complementam.
Permitir que o funcionário trabalhe em casa uma ou duas vezes por semana faz com que a equipe fique integrada e comprometida, mesmo que não esteja junta fisicamente. Adotar horários flexíveis permite que as pessoas evitem horários de pico e escolham meios alternativos de se locomover, como ir de bike ou até caminhando. Além disso, confiar nos seus colaboradores para que eles fiquem em casa trabalhando gera um sentimento de união. Precisamos acreditar cada vez mais na abundância e deixar o medo da escassez de lado.
Não é a toa que vejo cada vez mais profissionais muito bons abandonarem o mercado tradicional e abraçarem a carreira de freelancer. As pessoas estão cansadas de sentir que o trabalho é uma via de mão única, que beneficia sempre um mesmo lado (e normalmente é o do empregador).
Relações de trabalho mais saudáveis geram uma sociedade menos doente e muito mais sustentável, cada vez menos dependente de transporte e combustíveis poluentes.
Vamos tentar marcar mais reuniões por Skype nos próximos dias? Ou liberar a equipe para trabalhar em casa uma vez por semana, ou nos dias de chuva, quando o trânsito geralmente fica caótico? Vamos fazer nossa parte!
Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Compartilha comigo nos comentários!
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