Embora as gerações passadas nunca tenham sonhado em se tornarem trabalhadores remotos, os futuros funcionários e freelancers podem nunca conhecer um mundo sem essa escolha. De acordo com o Future Workforce Report, feito pela UpWork, nos próximos dez anos, os gerentes de RH já imaginam que 38% de seus funcionários permanentes trabalharão predominantemente de forma remota.
Vamos analisar mais alguns detalhes dessa pesquisa, no que diz respeito ao futuro do trabalho remoto.
– 55% dos gerentes de RH concordam que o trabalho remoto se tornou mais comum em comparação com três anos atrás.
– 52% dos gerentes de RH citaram a escassez de talentos como o principal fator para a adoção de uma força de trabalho mais flexível.
– Atualmente, 59% dos departamentos de RH estão utilizando talentos flexíveis, um aumento de 24% em relação a 2017.
– A equipe de contratação das empresas já antecipa que o trabalho feito por talentos flexíveis aumentará em 168% nos próximos 10 anos.
Esses resultados levam a um futuro em que o emprego tradicional, com horário fixo e sem flexibilidade será cada vez menor. No lugar disso, vamos ter esquemas mais flexíveis, com possibilidades de carreiras mais longas e motivadoras, que permitem que os talentos se desenvolvam em qualquer lugar do mundo e até dá chance para que os notívagos trabalhem durante seu horário mais produtivo.
Como resultado disso, as empresas terão equipes mais coesas, funcionários mais felizes e com vontade de fazer longa carreira.
Além disso, não cansamos de repetir os benefícios que esse formato trazem inclusive para o meio ambiente. Atualmente, apenas nos Estados Unidos (país em que o trabalho remoto já é mais avançado), as pessoas que trabalham em casa deixam de emitir anualmente cerca de 3 milhões de toneladas de gases de efeito estufa. Se a força de trabalho home office expandisse para incluir aqueles que poderiam e quisessem trabalhar em casa na metade do tempo, a economia de gases do efeito estufa equivaleria a tirar 10 milhões de carros do mercado. estrada!
A eliminação de um deslocamento diário também dá a um funcionário cerca de três semanas de tempo livre por ano, de acordo com a Global Workplace Analytics. Outro benefício é que as pessoas poderiam ter mais tempo para o exercício, o voluntariado e outras atividades que são boas para o corpo e a alma e que geralmente aparecem nos questionários como um desejo não realizado por falta de tempo.
Finalmente, a maior mudança potencial até 2028 poderia ser em como os trabalhadores se sentem todos os dias. Uma pesquisa da PricewaterhouseCoopers (PwC) mostra que os funcionários que atualmente podem trabalhar em casa pelo menos um dia por semana têm 48% mais chances de classificar seu emprego como “10” (o número mais alto) na escala de felicidade. Não seria lindo viver em um mundo em que mais pessoas pudessem relatar essa satisfação com o trabalho?
* Esse post faz parte da parceria entre a HOM e o Adoro Home Office.